Relacionamento não é sorte,
é estratégia.

E nós sabemos como te ajudar.

Relacionamento não
é sorte, é estratégia.

E nós sabemos como te ajudar.

Terapia de casal

Um método exclusivo e comprovado que já salvou centenas de casamentos fadados ao divórcio.

Terapia Individual

Para você que quer melhorar o seu relacionamento, mas seu parceiro não quer fazer terapia de casal.

Coaching de Relacionamento

Para mulheres poderosas que atingiram sucesso profissional, mas não sabem porque não conseguem ter sucesso na vida amorosa.

Terapia de Casais Homoafetivos

Para casais homoafetivos que querem salvar a sua relação e lidar melhor com os desafios do relacionamento.

Renata de Azevedo

É uma das maiores referências em relacionamento do Rio de Janeiro e CEO da Clínica Renata de Azevedo Psicologia e Coaching.

É especialista em Terapia de Casal e Família (UFRJ), psicóloga (UFRJ) e coach de relacionamento. 

Já impactou a vida de mais de 100 mil pessoas e criou a primeira Clínica de Psicologia Especializada em Relacionamento do Rio de Janeiro, tendo pacientes do mundo todo na modalidade online.

Atendimento Presencial

Barra da Tijuca, Botafogo, Quinta da Boa Vista 

(Rio de Janeiro) e São Paulo

Atendimento Online

Brasil e Exterior

O que nos move é ajudar pessoas a se reconectarem com elas mesmas (e com os seus parceiros) e vê-las sendo felizes no amor e na vida.

Por isso, temos uma equipe de terapeutas especialistas em relacionamento.

Conheça a nossa equipe de terapeutas especialistas.

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Por isso, temos uma equipe de terapeutas especialistas em relacionamento.

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Renata  na Mídia

Meu marido/esposa não me faz feliz!

Quero te fazer uma pergunta: Seu marido (sua esposa) te faz feliz? Agora responda: Por quê? Depois que você respondeu essas duas perguntas, quero te contar um história que ouvi e gostei muito! Acho que você vai gostar também. Fala sobre FELICIDADE. Acredite, vai valer a pena ler até o final! Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: – “Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?” Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro “NÃO”, daqueles bem redondos! – “Não, o meu marido não me faz feliz”! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima). – “Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz”. E continuou: O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada, mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma. Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem feliz, porque meus amigos não me fazem feliz, porque meu emprego é medíocre e por aí vai. Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.” E você? Será que você deixa a sua felicidade nas mãos de alguém? Será que você está esperando algo para ser feliz? Tem muita gente que fala “quando me casar, vou ser feliz”, “quando tiver filhos, vou ser feliz”, “quando mudar de emprego, vou ser feliz”, “quando comprar uma casa, vou ser feliz” etc… Mas… e se isso nunca acontecer??? Você não vai ser feliz nunca? Assuma a responsabilidade de promover a sua felicidade! Caso contrário, o que você espera para ser feliz pode nunca acontecer e você perderá uma grande oportunidade de ser feliz a partir de AGORA! SEJA FELIZ, apesar do calor, apesar do frio, apesar de estar doente, apesar de alguém não lhe amar, apesar de não ter dinheiro… APENAS SEJA FELIZ! Agora quero saber de você: Como essa história te toca? Comente aqui para eu saber

Terminei meu relacionamento, e agora?

Recebi um e-mail, de uma pessoa que me acompanha dizendo: “Terminei meu relacionamento!”. Nele, a pessoa pedia que eu escrevesse sobre como lidar com o término de um relacionamento. Arrisco a generalizar e dizer que o término de um relacionamento é sempre sofrido, inclusive para a pessoa que terminou, ao contrário do que podem pensar. Esse sofrimento é similar ao sofrimento da morte de uma pessoa querida, pois em ambos os casos estamos nos referindo a uma perda. Perda da pessoa, do amor, da idealização, da família, dos sonhos… Existem muitas perdas envolvidas em uma separação. Por isso, logo após o fim, existe a fase do luto. É muito comum ficar triste, não querer fazer nada, ficar sem motivação até para o que gosta, como se as coisas tivessem perdido a graça… É muito importante se respeitar e respeitar o seu luto. Logo após o término não se force a fazer coisas das quais você não está com vontade. Não tenha medo de negar convites que você não está com vontade, de aceitar ficar na cama vendo filme, comer pipoca e chorar. Aliás, chore a vontade, se tiver vontade. Respeite os seus sentimentos acima de tudo. OBS: Parar de comer, usar medicamentos sem acompanhamento (ou outras drogas), tentar algo contra si próprio ou contra terceiros NUNCA é uma opção! Apesar de sofrida, essa fase é necessária para colocar para fora tudo aquilo que está guardado. Não existe um tempo médio para o luto passar, pois varia de pessoa para pessoa e de situação para situação. Passados os primeiros dias/semanas, a pessoa tende a começar a se reestruturar novamente. Mesmo triste, ela já consegue fazer mais coisas, mesmo que precise se forçar para isso. Nessa fase, a tristeza pode existir, mas o sofrimento é opcional. Não é porque você está triste, que precisa sofrer. Por exemplo, você não precisa escutar aquela música que te faz lembrar a pessoa, reavivar toda a tristeza e ficar mais mal ainda do que já está. Troque a estação toda vez que a música tocar no rádio. “- Mas eu gosto da música, não quero parar de ouvir” Como eu falei, o sofrimento é opcional. Se você sabe que a música te faz piorar, não será melhor abrir mão dela, por melhor que ela seja, pelo menos por um período? A não ser que você queira sofrer mais… Aí é uma questão de escolha. Pensar na pessoa o tempo todo e somente coisas boas é outra coisa que normalmente também faz a tristeza e o sofrimento reavivarem. Experimente buscar ocupações na hora que as lembranças vierem. Outra possibilidade é trocar as lembranças positivas pelas negativas. Então, avalie seus pensamentos e comportamentos para descobrir tudo aquilo que você faz que reacende o seu sofrimento. Reveja esses atos e troque por opções mais saudáveis, que te gerem menos sofrimento. Lembre-se: O sofrimento é opcional. Você já passou ou está passando por essa fase? Como está lidando com ela? Comente aqui para eu saber

As Redes Sociais estão acabando com meu Relacionamento

Você já se perguntou: “Qual é o impacto das redes sociais em meu relacionamento?” Então saiba: As Redes sociais são a causa de 30% dos divórcios no mundo – como não fazer parte dessa estatística? Quem nunca teve nem um probleminha sequer por causa de redes sociais no seu relacionamento? Mas você sabia que elas podem gerar muito mais do que um simples probleminha? A reportagem “Redes sociais estão diretamente ligadas aos casos de divórcio no mundo”, fala que cerca de 30% dos divórcios citam a palavra “Facebook” como um dos motivos para a separação. A tecnologia é algo maravilhoso, mas também, dependendo do caso, pode ser fonte de muuuuitos problemas. Então a solução é cancelar a conta do Instagram e do Facebook, apagar o Whatsapp e voltar a 1950, onde celular nem exista? Não! Mesmo sem celular, em 1950, os casais também brigavam! Ou seja, a culpa é das redes sociais? Elas são as vilãs da história? Não! A CULPA É NOSSA! A gente é que tem dificuldade de se relacionar e as redes sociais apenas são só mais uma fonte de problemas. Mas se elas não existissem, certamente você inventaria outros problemas. Pode ter certeza! Esse assunto é extremamente comum hoje em dia no consultório e muitas histórias que terminam em problemas, começam com “Eu vi no facebook…” Um quer a senha e o outro quer manter a privacidade… Um quer ter acesso irrestrito ao celular, inclusive whatsapp e mensagens inbox e o outro não permite… Um quer controlar quem o outro adiciona e o outro não deixa… Os problemas podem ser vários! Infelizmente não existe uma receita de bolo para eu te falar “Faça isso que não tem erro”. O fato é que não tem certo e errado. Existe apenas uma coisa que eu posso te dizer pra te ajudar nessa situação: converse. É imprescindível conversar claramente sobre o assunto e definir as “regras” de vocês. Pontos que são importantes definir: – Cada um terá o seu facebook/instagram/snap/etc ou será um único para os dois? – O outro terá acesso as senhas? – O outro terá acesso as mensagens particulares (whatsapp, inbox, direct etc)? – O outro poderá dar palpite nos posts, comentários e curtidas? – O outro poderá influenciar na decisão de adicionar pessoas novas? – O outro poderá pedir para excluir ou bloquear alguém, inclusive ex namorados (ficantes, rolos etc)? Estes são apenas alguns pontos. Você pode adicionar outros que achar relevantes. Mas você pode pensar: “Será que é tão importante assim conversar sobre isso?” Bom, provavelmente o que vai acontecer se vocês não conversarem sobre o assunto é cada um achar uma coisa e agir de acordo com o seu pensamento. Por exemplo, você pode achar super normal pedir para o seu namorado excluir um comentário que você não gostou e ele pode achar isso uma invasão. Como um não sabe a opinião do outro, cada um vai fazer o que bem entende. Ou seja, 99% de chance de dar brigas essa história. Por isso, é importante ter tudo muito claro e definido para evitar problemas e não acabar aumentando essa estatística. Experimente! Você já teve algum problema por causa das redes sociais? O que você fez para resolver? Comente aqui para eu saber

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Alguns dos pacientes que transformaram suas vidas através da nossa ajuda

©2023 por Renata de Azevedo | CRP 05/39594

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