Relacionamento não é sorte,
é estratégia.

E nós sabemos como te ajudar.

Relacionamento não
é sorte, é estratégia.

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Terapia de casal

Um método exclusivo e comprovado que já salvou centenas de casamentos fadados ao divórcio.

Terapia Individual

Para você que quer melhorar o seu relacionamento, mas seu parceiro não quer fazer terapia de casal.

Coaching de Relacionamento

Para mulheres poderosas que atingiram sucesso profissional, mas não sabem porque não conseguem ter sucesso na vida amorosa.

Terapia de Casais Homoafetivos

Para casais homoafetivos que querem salvar a sua relação e lidar melhor com os desafios do relacionamento.

Renata de Azevedo

É uma das maiores referências em relacionamento do Rio de Janeiro e CEO da Clínica Renata de Azevedo Psicologia e Coaching.

É especialista em Terapia de Casal e Família (UFRJ), psicóloga (UFRJ) e coach de relacionamento. 

Já impactou a vida de mais de 100 mil pessoas e criou a primeira Clínica de Psicologia Especializada em Relacionamento do Rio de Janeiro, tendo pacientes do mundo todo na modalidade online.

Atendimento Presencial

Barra da Tijuca, Botafogo, Quinta da Boa Vista 

(Rio de Janeiro) e São Paulo

Atendimento Online

Brasil e Exterior

O que nos move é ajudar pessoas a se reconectarem com elas mesmas (e com os seus parceiros) e vê-las sendo felizes no amor e na vida.

Por isso, temos uma equipe de terapeutas especialistas em relacionamento.

Conheça a nossa equipe de terapeutas especialistas.

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Por isso, temos uma equipe de terapeutas especialistas em relacionamento.

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Renata  na Mídia

Entenda como a baixa autoestima influencia no seu relacionamento

Sabe aquela pessoa incrível que sempre reclama que não tem sorte de achar alguém legal?Que os amigos falam que ela é maravilhosa, mas ela nem se acha isso tudo?Que já perdeu as esperanças e acha que não nasceu para se relacionar? Então, isso pode ser uma questão de baixa autoestima. Quando você não se valoriza, acredita que não é isso tudo e que não vai conseguir arrumar alguém legal, a tendência é que busque pessoas para se relacionar que não te valorizem. Com isso, você reforça crenças negativas sobre si mesma, como “não sou boa o suficiente”, “ninguém vai gostar de mim”, “não mereço ser amada”, “não sou importante”. Um exemplo comum é: se você acredita não ser boa o bastante, a probabilidade de se relacionar com pessoas que tem o costume de trair é grande. E sabe o que acontece em seguida? Depois de descobrir a traição, você vai começar a se culpar: “se eu fosse melhor, se eu fosse realmente boa, ele não ia querer ficar com outra”. Pronto! Reforçou a sua crença de que você não é o suficiente. Além disso, essa falsa verdade provavelmente virá acompanhada de sentimentos autodestrutivos como: tristeza, angústia, vazio, dor no peito ou alguma outra emoção negativa relacionada à sofrimento. O que acontece é que a gente busca situações para reforçar as crenças que temos a respeito de nós e no fim pensamos “tá vendo, eu já sabia que isso ia acontecer…”. Claro que ia acontecer! Inconscientemente você buscou essa situação. Mas não se sinta culpada, não foi de propósito. E nesse texto, vou te falar como reverter isso. Quando uma pessoa tem baixa autoestima, ela se sujeita a situações para não ficar sozinha, por achar que não vai encontrar alguém melhor ou por acreditar que todos são iguais, então é melhor ficar com essa pessoa mesmo. Sem contar também que a pessoa passa a aceitar que o outro a desrespeite, desvalorize e a faça sentir mal. Às vezes vem até o sentimento de humilhação. Você se vê em situações que não sabe como aguenta e nem porque ainda permanece nessa relação. Não sabe como sair disso, pois acha que não consegue e não tem força. Além disso, a baixa autoestima faz com que você aceite grosserias e até abaixe a cabeça ao ouvir palavras que machucam ou agridem verbalmente (talvez até fisicamente). A pessoa te ignora, faz questão de deixar claro que você não é importante ou faz brincadeiras que te depreciam, com a desculpa de estar apenas brincando. A pessoa não liga para as suas vontades, te impõe os desejos dela ou te trata com superioridade. Você acreditou que as coisas iam melhorar com o tempo e preferiu se prejudicar com medo de desagradar e o outro decidir terminar. Só que não melhoraram. E você se submete a isso tudo, reclama, mas continua na relação. Afinal, pelo menos não está sozinha. Se você tem a crença de que é inferior à outras pessoas, inconscientemente, vai buscar situações em que se sente inferior. Se acha que merece o mais ou menos, vai se contentar com o mais ou menos e nunca vai em busca do bom. Também pode acontecer de você fazer tudo para agradar e ajudar o outro. Aí você começa a se sentir uma supercompanheira: útil e necessária. Aliás, você passa a fazer de tudo para ser uma namorada perfeita, muda seus comportamentos e passa a ser o que você acredita que o seu namorado quer. Porque vai ser desse jeito que ele vai sempre te amar e você nunca vai perdê-lo. Talvez você tenha se perdido, mas isso não importa, não é? Muitas vezes, você pode reclamar e dizer que o outro não valoriza tudo isso que você faz. Pode também começar a cobrar dele mais atenção, mais afeto, mais demonstração de carinho, mais valorização… Na verdade, você quer que o outro te dê o valor que você mesma não se dá. Se você se valorizasse, não precisaria cobrar isso do outro. Essa cobrança é como se fosse um pedido: “por favor, me diga que eu tenho valor”. Você precisa dessa confirmação para acreditar que tem valor, pois tem dúvidas disso. Mas então, é só você achar alguém legal que todos os seus problemas estão resolvidos, certo? Errado! Você pode estar com alguém muito legal, que te valoriza e faz muito por ti, porém isso não é o suficiente. Você se sabota. Não basta ele fazer muito. Tem que fazer tudo! A pessoa tem que ter uma bola de cristal porque você não pede o que quer claramente. Ele tem que adivinhar. Afinal, você acha que se ele gosta de você de verdade, ele te conhece plenamente, então não precisa pedir. Ele tem que controlar o olhar, o comportamento e as palavras para não te magoar, irritar ou provocar insegurança. É como se “só” amar não fosse o suficiente. Você cobra que ele te prove isso o tempo todo. Se não, provavelmente você fala frases como “você não me ama”, “eu faço tudo por você e você não valoriza”, “você deve ter outra”, “você não me quer mais”. É desgastante. Não importa o quanto o outro faz, nada é o suficiente. É um buraco sem fundo. A relação vai ficando chata e frustrante para ambos. Você pedindo e não recebendo o que quer e ele dando e não sendo o suficiente. O casal entra em um ciclo negativo e pode levar ao término. Provavelmente, você vai culpar o outro pelo fim do relacionamento, já que ele não foi o namorado ideal. Ou empurram com a barriga e vão arrastando a relação, onde ambos estão infelizes. Se a sua autoestima está baixa, seu relacionamento provavelmente será tumultuado, pois você vai cobrar que o outro aumente a sua autoestima e te faça feliz. Você vai colocar a sua felicidade nas mãos do outro, como se ele fosse responsável por isso. Só que o outro não tem esse poder e nem esse papel. Esse poder é seu. SÓ SEU. Se

Os 5 segredos para ser um casalzão da porra!

  Relembre o início do seu relacionamento. Imagino que você tiveram muitos momentos prazerosos, parecia que tudo se encaixava e vocês eram muito felizes. Provavelmente você também deve ter pensado que dessa vez ia ser diferente! Que não iam deixar a relação cair na rotina, que não iam brigar, que ia ser tudo lindo. Provavelmente você deve estar pensando em como está o seu relacionamento agora e percebeu que não está nada como você imaginou. Provavelmente você deve estar se perguntando como isso foi acontecer e como você pode reverter isso?! Se você estiver pensando isso, você está no lugar certo! E, se você está no início de um relacionamento e quer que dessa vez seja realmente diferente, você também está no lugar certo! E ainda se você não está em um relacionamento atualmente mas não quer repetir os mesmos erros na sua futura relação, adivinha só… Você também está no lugar certo! Existem muitos motivos para a felicidade em um relacionamento, assim como existem muitos motivos para os conflitos constantes. Vou citar os 5 que eu considero mais importantes. Se o casal colocar em prática esses 5 pontos, irá melhorar bastante o seu relacionamento! 1. CONSTRUIR UMA BOA COMUNICAÇÃO   Ter uma comunicação eficaz é uma das partes mais importante de um relacionamento. Os casais, muitas vezes, deixam de conversar porque têm receio de brigar ou porque têm medo de magoar o outro ou porque não acham que vai adiantar… os motivos são muitos, mas a consequência é pouco diálogo o que pode gerar um afastamento entre o casal. Muitas vezes eles tentam conversar, mas não sabem fazer isso de forma eficaz e não conseguem dar prosseguimento a conversa. Nesse caso, constantemente ela é interrompida ou até mesmo acaba em briga. Além disso, a única forma de resolver problemas, sejam eles grandes ou pequenos, é conversando. Se o casal não conversa, ele perde a oportunidade de resolver esses problemas, que podem acumular e gerar um problema maior no futuro, como a separação. É também através da comunicação que o casal faz planos, conhece mais um ao outro, se apóia, troca experiência, ou seja, cria momentos muito agradáveis e de muita intimidade entre eles. Construir uma boa comunicação, uma comunicação realmente eficaz, além de ser a base para resolver os problemas que aparecem, é a melhor forma do casal se aproximar mais e criar momentos prazerosos. 2. TER MOMENTOS DE CASAL   Normalmente a maioria dos relacionamentos possuem o mesmo início: tudo é perfeito, quase um conto de fadas. Os dois estão apaixonados, curtem a relação e poucas coisas os atrapalham. Mas com o passar do tempo, a relação deixa de ter esse encanto do início e frequentemente o stress e os problemas do dia a dia começam a atrapalhar. Se antes um colocava o outro como prioridade absoluta e abria mão de certas coisas pela pessoa, com o passar do tempo, um pode se sentir como não sendo mais prioridade, pois o outro passou a chegar mais tarde do trabalho, por exemplo. Ou um se tornou mais irritado e impaciente porque está estressado com as suas responsabilidades e acaba descontando no outro. Ou a rotina pode passar a ser constante e o relacionamento deixar de ser tão animador. O fato é que é comum o relacionamento “perder um pouco o brilho” com o tempo e as pessoas passarem a se sentir frustradas e infelizes por causa disso. Por isso, é fundamental o casal ter um tempo para si, para fazer coisas que realmente gostam. Nada de obrigações! Reservem um momento, de preferência semanal, para fazerem coisas como se estivessem no início do namoro. Ir ao cinema, conhecer restaurantes novos, viajar, fazer um jantar romântico em casa, curtir um show, ir a praia… qualquer coisa que gostem. Mesmo que tenham filhos, pensem se podem deixá-los com alguém por algumas horas. Se não puderem, curtam esses momentos em casa mesmo, depois que os filhos dormirem. Uma pizza, um vinho, um jantar, um filme… não importa o que vão fazer, contanto que façam juntos e sem as crianças. Esses momentos de casal costumam reacender a época de namoro e são extremamente prazerosos. 3. PRESERVAR A INDIVIDUALIDADE   Apesar de ser um casal, antes de tudo são duas pessoas diferentes. Cada um tem seus gostos, seus hobbies, suas vontades… Às vezes o casal quer fazer tudo junto, pensar igual e praticamente se tornar uma pessoa só, mas isso não é saudável. Corre o risco de um dos dois se sentir sufocado e não se reconhecer mais. Quando isso acontece, muitos acreditam que a separação é a única solução para voltarem a ser eles mesmos. Muitas coisas acabam se tornando comum aos dois, como as saídas, alguns hobbies, alguns amigos. Mas um não deve ser obrigado a fazer algo só porque o outro quer. É muito bom para o relacionamento que, além dos momentos juntos, cada um preserve a sua individualidade. Isso revigora e dá mais ânimo a relação. Afinal, sobre o que você vão conversar se estão juntos o tempo todo e se pensam igual? Corre um grande risco de cair na rotina e o relacionamento “perder o brilho”. 4. RESPEITAR OS PONTOS DE VISTAS DIFERENTES   Novamente eu repito: apesar de ser um casal, antes de tudo são duas pessoas diferentes. Cada um pensa diferente porque tiveram histórias de vida diferentes. São essas histórias, as nossas experiências, que fazem com que a gente enxergue as situações de um determinada forma. Quando um tenta mudar o ponto de vista de outro, dificilmente o casal atinge esse objetivo porque as duas visões estão certas. Não tem uma visão verdadeira e uma falsa. São apenas diferentes. E ainda podem gerar uma briga! Então, respeitem que vocês são duas pessoas distintas e não percam tempo tentando mudar o ponto de vista do outro. Certamente vocês vão jogar tempo e energia fora e desperdiçar momentos que podem ser muito bons juntos, por tentar atingir um objetivo quase sempre fadado ao fracasso. 5. BUSCAR AJUDA PROFISSIONAL  

Como superar um término de relacionamento

Terminar um relacionamento é sempre complicado. Fiz um texto falando sobre isso. Se você ainda não leu, recomendo fortemente que leia. É muito comum você se isolar, ficar triste, não querer fazer nada. Mas para te ajudar a superar essa fase, quero te ensinar um exercício chamado CURTOGRAMA. É muito importante investir em você nesse momento (na verdade, é importante investir em você em TODOS os momentos, mas vamos focar nesse em específico). Para isso, você pode: – se cuidar mais (ir ao salão, voltar para a academia, ir ao médico, começar a dieta, buscar terapia…) – aumentar a frequência daquelas atividades que você já faz e gosta muito (ler, ir a praia, praticar atividade física, sair com os amigos…) – iniciar alguma atividade que você sempre quis fazer, mas ainda não começou até hoje (curso, esporte, terapia, aula, dança…) – investir em autoconhecimento (livros, cursos, terapia… coisas que façam você se conhecer mais) – diminuir as atividades que você não gosta de fazer (fazer faxina, um curso que não está sendo produtivo…) É importante pensar em coisas que sejam REALMENTE pra você e em seu benefício. Não vale pensar em algo para agradar alguém, porque não é para você e sim para o outro. Para você não ficar apenas pensando em diversas possibilidades (e depois esquecer todas elas sem colocá-las em prática) vou te ensinar o curtograma. Ele vai te ajudar a identificar o que você pode fazer para investir mais em você. Assim, ficará mais fácil decidir por onde começar. Além disso, é IMPRESCINDÍVEL que você o faça por escrito. Além de ficar registrado para não correr o risco de esquecer, fica muito mais fácil de visualizar a sua situação atual quando colocada no papel. O exercício é baseado na sua vida ATUALMENTE, ou seja, não pense no passado ou no futuro. Pense apenas no presente. Não filtre as suas respostas, escreva TUDO aquilo que lhe vier a cabeça. Então vamos lá! Pegue uma folha de papel e a divida em 4, como está na imagem abaixo. No 1o. quadrante – Gosto e Faço: escreva tudo aquilo que você gosta atualmente e faz, independente da frequência; No 2o quadrante – Não Gosto e Faço: escreva tudo aquilo que você não gosta, mas, por algum motivo, você faz; No 3o quadrante – Gosto e Não Faço: escreva tudo aquilo que você gosta, mas não faz, independente do motivo; No 4o quadrante – Não Gosto e Não Faço: escreva tudo aquilo que você não gosta e não faz; Pense em TODOS os aspectos da sua vida e preencha as listas. Profissional, pessoal, relacionamento, família, lazer, amigos, obrigações, tarefas diárias etc. Como eu disse, não filtre. Escreva tudo que você pensar. Com o curtograma pronto, visualize como está a sua vida atualmente. É importante perceber e analisar: – Qual é a lista maior? – Qual é a lista menor? – Qual foi mais fácil de fazer? – Qual foi mais difícil? – Está satisfatório dessa forma para você? Depois disso, pense em possibilidades de mudança para esta lista, se ela não estiver satisfatória. E trace um plano para colocar estas mudanças em prática. O objetivo é: – Aumentar o quadrante “Gosto e Faço” – Diminuir o quadrante “Gosto e Não Faço” – Aumentar o quadrante “Não Gosto e Não Faço” – Diminuir o quadrante “Não Gosto e Faço” Claro que existem coisas que você não pode eliminar. Por exemplo, se você colocou “trabalhar” na lista “Não Gosto e Faço”, é complicado deixar de trabalhar, mas talvez seja interessante pensar em trocar de área ou de empresa. Ou até mesmo se conformar e pensar em como lidar com isso da melhor forma possível. Além de acrescentar ou eliminar itens das listas, é importante pensar também na frequência. Talvez existam coisas que você não consiga eliminar, mas consegue reduzir, pelo menos. Por exemplo, se você colocou “faxina” na lista “Não Gosto e Faço”, talvez você possa contratar uma diarista para fazer a faxina algumas vezes no mês. Ou talvez você consiga aumentar a frequência de uma atividade que colocou em “Gosto e Faço”. Como você percebeu, esse exercício é para te ajudar a pensar em possibilidades para investir mais em você. Esse investimento é fundamental nesse momento de término. Não abra mão dele! E aí? Gostou dessa dica? Comenta aqui embaixo o que achou Espero que ela te ajude a superar esse momento que é tão difícil e doloroso.

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©2023 por Renata de Azevedo | CRP 05/39594

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